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Sobre Nós

Fundado em 1970 pelo padre Vitor Melícias e pelo industrial gráfico Valentim Morais, nascia O EMIGRANTE sob o lema "Agir Servindo", porque mais do que um jornal era um serviço prestado aos portugueses que saíam de Portugal para viver nas mais duras condições de vida e num abandono cultural e informativo quase absoluto.

A Evolução da vida conduziu à mudança dos tempos e sobretudo à forma de estar dos portugueses no mundo.

A integração na União Europeia entre outros fenómenos sociais, levou a que cada vez mais os velhos emigrantes se tornassem numa parte de Portugal que está fora, mas não sendo por isso menos Portugal.

E isto porque os portugueses sempre transportaram para o mundo a sua própria identidade e sensibilidade cultural, que aliadas à sua natural capacidade de integração nas comunidades de acolhimento, viriam a criar um espaço de vida muito próprio em todo o mundo, onde as referências a Portugal e à sua cultura e valores são uma constante.

É a esse espaço que nós chamamos de "MUNDO PORTUGUÊS"

E foi assim desta forma que o conceito de EMIGRANTE começa a surgir associado a MUNDO PORTUGUÊS numa tentativa de aproximação de imagem a esta nova realidade. Mas esta aproximação não foi apenas um "tratamento de imagem".

Seguindo sempre o lema inicial de AGIR SERVINDO, o jornal acompanhou a comunidade portuguesa nas diferentes áreas da sua vida.

E hoje em dia para além do indisfarçável orgulho que temos em ser o jornal português de maior circulação no estrangeiro, orgulhamo-nos igualmente por ser o único que para além da comunicação escrita, desenvolve todo um trabalho de comunicação institucional junto aos portugueses do mundo inteiro.

Mais de UM MILHÃO E MEIO

É hoje o número de portugueses que se relacionam no dia a dia com a nossa realidade e que nós conhecemos na base de dados do nosso "Clube de Amigos" distribuidos por 90 países e territórios. Somos sistematicamente solicitados pelos portugueses EMPRESÁRIOS, PROFESSORES, LUSO-DESCENDENTES, ASSOCIAÇÕES, ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO, ETC... a interagir com a sua realidade dinâmica.

Daí que tenha nascido no nosso seio a MUNDIVENTOS em 1999 que associada à nossa organização, dá expressão à comunicação NÃO ESCRITA, realizando EVENTOS, ENCONTROS e SEMINÁRIOS que visam sempre promover a aproximação dos Portugueses de Portugal com os da diáspora e também com os investidores estrangeiros (com forte presença no SISAB PORTUGAL e no EIT).

De entre estas realizações é justo destacar pela sua importância do Salão Internacional do Sector Alimentar e Bebidas - SISAB PORTUGAL -  que reúne anualmente centenas de exportadores e importadores de produtos alimentares portugueses do estrangeiro e que entre si discutem os caminhos para a internacionalização dos produtos agro-alimentares produzidos em Portugal.

O mesmo acontece no EIT - Encontro Internacional de Turismo que anualmente convida as maiores agências de viagens de portugueses no mundo inteiro, a vir conhecer uma determinada região de Portugal. Através de programas educacionais organizados têm a oportunidade de observar o potencial e a oferta a nível gastronómico, histórico, de cultura e lazer, que fazem de Portugal um dos melhores destinos turisticos do mundo.

A GRANDE FESTA DE VERÃO é o grande momento lúdico que encerra o nosso ano de trabalho e coincide com a estadia da maioria dos nossos compatriotas no nosso país. São muitos dos nossos leitores que estando em Portugal de férias acorrem dos mais variados pontos do país a Monção, para conviver num dia especial dedicado às FAMÍLIAS E AOS JOVENS. Repleto de espaços próprios, espetáculos de palco, folclore e entretenimento criando momentos próprios para uma plateia que na última edição foi calculada em dez mil pessoas e mereceu espaço de transmissão televisiva num directo de quatro horas.

Apesar do referido temos a sensação de que está tudo por fazer nesta sociedade imensa dos cinco milhões de portugueses residentes no estrangeiro. É precisamente por eles que no nosso dia a dia temos como "alma mater" do nosso trabalho a sensibilização da sociedade em Portugal para esta realidade e, sobretudo, para que nenhum de nós esqueça este "meio Portugal" que vive no estrangeiro... Porque uma Nação só vale pelo seu todo e metade de uma Nação é apenas metade de coisa nenhuma.

Dr. Carlos Morais
Administração

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